segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

É O QUE SE REQUER

"Bandeira dos Açores nos quartéis.
Contrariando declarações de altas patentes militares, o Chefe do Estado-Maior do Exército afirmou que irá executar o que o Governo decidir em relação ao hasteamento da bandeira dos Açores nos quartéis militares instalados no arquipélago."
RDP 13h.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

TIQUES

Mesmo nos idos tempos da tropa, sempre fui mau entendedor e pior apreciador das normas e dos regulamentos militares. Desconheço, por isso, as arvoradas razões que levam o Comando da Zona Militar dos Açores à recusa do hasteamento da bandeira da Região em tudo o que for instalação militar nestas ilhas.
Não se tratando, propriamente, de uma incursão bandeirante nem da batalha de Aljubarrota, tendo a acreditar que alguém se esqueceu de alterar o número X do artigo Y do regulamento militar Z, mas até lá fica-me na memória que tantas e tantas vezes, ao longo da nossa história, os tiques separatistas nem foram nossos.

domingo, 4 de janeiro de 2009

DOIS PESOS...


Neste mundo de egoísmo a glória de uns continua a ser obra feita pela multiplicação da miséria de outros, sem que os detentores do poder se ralem muito com isto.
Sabe-se que a Faixa de Gaza “é um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km².”No entanto, a morte e o flagelo de centenas de vítimas inocentes naquele território não parece exigir mais do que o tardio e receoso balbuciar da comunidade internacional para um “cessar-fogo”. Afinal, no alto jogo dos interesses sempre houve pesos e medidas diferentes para situações iguais.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

FORA DE TEMPO


quarta-feira, 31 de dezembro de 2008


UM EXCELENTE 2009

RECEIOS


Generalizando a coisa e ressalvando as raríssimas excepções, a comunicação social açoriana foi tão parca quanto receosa na pronúncia sobre o Estatuto. Nem uma reportagem digna desse nome, nem um editorial, nem um artigo de fundo, nem um voto de saúde aos princípios de 1895.
Quando a finura centralista se der a qualquer discriminação, a um preço que não nos convenha ou à restrição de um direito que nos assista, estou mesmo a ver os agora furtivos teóricos da identidade açoriana a bater em porta alheia e a reclamar por mais Autonomia.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

JÁ CHATEIA!

Mesmo que falsamente se levante o estandarte da lealdade na política, o equilíbrio de poderes nunca poderá significar a supremacia de um órgão de soberania sobre o outro.
Mesmo no exercício da mais alta magistratura da Nação, o respeito por tal equilíbrio tem o seu princípio no aceitar a decisão de um outro poder equiparado, respeitando, assim, o funcionamento da democracia.
Cavaco não gosta que a decisão de outros não seja igual à sua.
Cavaco não gosta de maiorias, à excepção das que o apoiam.
Cavaco não vê a razão no Estatuto Administrativo dos Açores nem entende que as autonomias existem pelo simples facto de a História provar que, na teoria e na prática, pela distância e pelo desprezo, o Estado nunca considerou os Açores como Portugal e só se lembrou dos açorianos como portugueses quando a guerra e a morte reclamavam por matéria prima.
Que Cavaco não saiba disso…dou de barato. Mas que alguns açorianos vão pelo mesmo caminho…Já chateia!